Devoração

Sou pouco dada a fins e meios
Reinicio diuturnamente
Intenções mais puras
E sonhos quentes

 

Desconfio pretender sempre
Vivo montada em desejos

 

Claro que há sabores
Devorações constantes
No momento valioso do presente

 

Não se trata de futuro
É pura inquietação

 

Tânia Cristina Barros de Aguiar

Um Comentário até agora.

  1. Tania disse:

    Ótima descoberta!